segunda-feira, agosto 10, 2009

se o amor existisse ele seria só uma dança diferente.


eu não estou sentada de cadeirinha porque eu prefiro ficar no chão. na cama. no sofá. lugares melhores de deitar do que a cadeirinha. eu as vezes até penso em não convidar nunca pra você sentar no chão comigo. porque eu não sei como fazer isso. eu prefiro esperar você sentar no chão. porque eu não levanto não ó pra ir até a sua cadeirinha. (faz tanto tempo que não faço isso, sentar de cadeirinha que não sei mais, talvez não goste mais, não sei direito). mas as vezes eu tenho medo de você vir e sentar no chão comigo e possivelmente depois querer que eu sente na cadeirinha com você. ( e eu tenho um medo absurdo de fazer isso. você nem sabe o quanto. quase como o diabo foge da cruz!). Talvez você diga que é covardia. (talvez seja mesmo). Talvez você diga que eu não ligo você. (isso não é verdade). mas é que provar aquilo que eu sinto. eu também não sei. sabe ter que colocar no orkut. e fazer declarações pelo msn. e ligar sempre. e me justificar . ter que falar que eu sento em outros chãos. e perder tudo isso que eu sinto agora. e depois andar de mãos dadas num show. não sei. isso não me atrai mais. eu preferiria que você não segurasse minha mão. mas talvez se você conseguisse ouvi minha música quando ninguém mais estiver olhando. e se você percebesse que eu goste de você pelo jeito que eu danço quando você toca. (sem eu ter que dizer nada pra ninguém). não me incomoda nem um pouco você sentar em outros chãos. as vezes um pouco de medo porque talvez você nunca mais volte pra dançar comigo. mas se você não voltasse. eu sentiria falta porque você dança muito bem. e porque eu gosto muito de dançar. acho que sabe que eu gosto muito quando toca a sua musica leve e produz música em mim. as vezes dá vontade da música. mas eu prefiro nunca dizer. sei lá porque. outras musicas não são tão dançantes prefiro não escutar mais essas morgadas. (tenho medo da sua musica ser ruim e eu nunca mais querer dançar com você). então talvez eu prefira ficar só na vontade do que realmente ter e nunca mais ficar com vontade.

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